Categoria: Publicações

internet das coisas nas empresas

Desmistificando a Internet das Coisas

A aplicação de IoT consiste primariamente na sensorização de objetos, com o objetivo de captura e transmissão de dados para um conjunto de aplicações e usuários conectados em rede. Perceba que para usufruirmos de todos os benefícios de IoT não é necessário apenas sensorizar objetos e coletar dados.

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Seriam os unicórnios empresas pontocom?

Seguindo a ideia de ondas longas da conjuntura, alguns institutos e analistas, utilizando séries de dados cronológicas maiores fizeram uma extrapolação do estudo do economista russo Nicolai Kondratieff e criaram seis ondas de prosperidade, seguidas de períodos de contração.

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O Agronegócio na era da Transformação Digital

O mundo agrícola e o mundo industrial não são duas economias separadas, o relacionamento não é meramente de compra e venda. Pelo contrário, eles estão tão interligados e inseparavelmente unidos, é preciso pensar neles em conjunto para que haja algum suporte sólido sobre um ou outro. (J. Daves & R. Goldberg, Harvard University, 1957) A citação acima é a melhor definição de Agronegócio, pensar que Agro se limita da porteira da fazenda para dentro dela talvez seja o maior sinal de desconhecimento deste mundo que é o Agronegócio. Vale aqui também repetir os mantras que o Agronegócio não está somente nos alimentos que consumimos, está em cada peça de roupa de compramos no Varejo, está nos Postos de Combustível mesmo quando abastecemos nossos carros com gasolina (até 27% é Etanol), acho que já ouvi em alguém lugar que Agro é Pop… E é mesmo! Agronegócio é o conjunto de todas atividades sejam elas ANTES, DURANTE e DEPOIS dos limites das fazendas. Resumindo, é um sistema de diversas atividades que está profundamente ligado a qualquer setor da economia e da nossa sociedade. O conceito de Transformação Digital é bem amplo, existe um entendimento comum que Transformação Digital é toda adaptação necessária que as forças da economia estimulam. O bom e velho “fazer mais com menos” por meio tecnologias digitais.  No Agro isso vale muito, o desafio de alimentar mais de 9,5 Bilhões de pessoas até 2050 não será atingido com os modelos que a sociedade convencional conhece de Agricultura e Pecuária. Será necessário racionalizar o uso de água, terras, fontes energéticas, insumos como fertilizantes e componentes químicos e não menos importante, devemos reduzir drasticamente os índices de desperdícios que temos em toda cadeia (Pesquisas apontam 1/3 de desperdício global). Outros ciclos trouxerem enormes avanços de produtividade e eficiência no setor Agro como Green Revolution, GMO Revolution certamente seus avanços permanecem fundamentais para responder ao desafio de2050, porém a curva incremental de avanço se dará pelos meios digitais. É a nova Capacidade Computacional aliada a Competência Analítica de dados que vai garantir nossa alimentação. Nossas vidas simplesmente se transformaram com o advento dos smartphones. Temos máquinas com mais capacidade computacional em nossos bolsos do que as que levaram o homem à Lua nos anos 60. Nossos celulares têm entre 14-20 sensores, alguns até mais. Eles vêm de fábrica com sensores de proximidade (desliga a tela quando o seu celular está perto da sua orelha), captação de luz (mede a luz ambiente e ajusta o brilho da sua tela), magnetômetro (mede os campos magnéticos, é este sensor que faz o trabalho de mostrar o mapa na direção certa), GPS, entre outros… Todo esse arsenal tecnológico e muito mais está sendo aplicado ao Agronegócio no geral. Muitas fazendas já contavam com estações meteorológicas e pluviômetros, mas o sensoriamento mais avançado (IoT) aliado a novas plataformas tecnológicas traz uma nova dimensão de dados para agricultores e indústrias. São esses dados que vão pautar as decisões diárias de todo agricultor na busca por eficiência. Abaixo alguns exemplos de tecnologias sendo empregadas: IoT – Sensoriamento Avançado. Um exemplo prático são sensores que medem propriedades do solo permitem remanejar procedimentos de plantio e limitar a aplicação insumos e defensivos a áreas menores; Plataformas Inteligência Artificial para individualizar o monitoramento de performance animal. Conjunto de balanças inteligentes, sensores e software para monitorar o ganho de peso animal e determinar e aplicar medidas individuais. Drones e Veículos não tripulados (AGVs) serão os olhos do agricultor, já são capazes de cobrir grandes territórios e podem individualizar diagnósticos ao menor nível possível: Planta a planta, boi a boi. No futuro Drones e AGVs serão capazes de coletar amostras acompanhar o desenvolvimento de plantios e detectar N situações, serão assim os responsáveis pelo tratamento individual de cada planta. Tecnologias como o Blockchain irão permitir rastreabilidade total de produtos e suas técnicas de manejo. Com o amadurecimento do mercado, estas informações passam a ser cada vez mais importantes para consumidores. Produtores e Indústrias que se adaptarem com mais velocidade e adotarem essa estratégia alcançaram mercados adicionais e margens mais estáveis. Muitas dessas tecnologias já estão sendo empregadas, apesar do cenário de Covid-19 as projeções apontam para mais um recorde da safra de grãos em 2020. A estimativas apontam para um número superior a 249 milhões de toneladas, se concretizada seria uma alta de mais de 3% se comparada com 2019. Bem verdade que a área plantada também aumentou. Os bons preços das commodities nos últimos meses de 2019 estimularam troca de culturas, fato que aumentou em cerca de 1,8% a área a ser colhida em 2020. Um bom exemplo de auxílio da tecnologia nesse aumento de produção são técnicas atualizadas de plantio graças a Automatização de maquinário. Tratores automatizados são capazes de distribuir as sementes em uma profundidade mais homogênea e adequada e com a quantidade de fertilizantes apropriada, fazendo com que elas germinem e cresçam com melhor performance. Outro fator é a popularidade crescente de Plataformas de Agricultura Digital. As maiores fazendas já contam com auxílio de sistemas integrados que coletam e processam em tempo real diversos dados de campo, muitas plataformas são capazes de confrontar esses dados com índices ótimos do produto, monitoram a performance de cada talhão. Por fim auxiliam agricultores com prescrições detalhadas para garantir melhor produtividade plantio à colheita. No Agro a amplitude da transformação digital vem sendo geral, desde o mercado de insumos como sementes, fertilizantes e rações, as infinitas possibilidades nos campos e pastos, passando pelos demais elos da cadeia produtiva, como indústrias diversas, armazenagem, logística até o produto acabado. Tanto é verdade que pesquisas indicam que número de Agtechs (startups do Agro) são as que mais crescem, com investimentos na ordem de US$ 40 bilhões em todo o mundo entre 2018 e 2019 segundo AgFunder. Além das tecnologias digitais citadas acima várias Agtechs têm como escopo de atuação conceitos já maduros em outros mercados como Market Places e Serviços Financeiros como Crédito e Seguros. Contudo a mera aplicação de tecnologia por si só não garante

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Impactos da Covid-19 no e-Commerce

O distanciamento social, a higienização, o trabalho remoto e o fechamento do comércio em razão da pandemia da Covid-19 vêm transformando a vida de bilhões de pessoas. Essas ações de controle realizadas por governos do mundo inteiro têm ocasionado diversas mudanças nos hábitos globais da população, e contribuído para o crescimento do e-commerce nos últimos meses. E não só as medidas de proteção realizadas pelo governo têm crescido, como também tem ocorrido uma progressão no nível de consciência da população sobre a pandemia. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos com 10.000 respondentes, notou-se uma grande evolução do nível preocupação da população quanto ao Coronavírus, principalmente em países europeus e nos Estados Unidos. Então, diante dessa maior conscientização das pessoas de que não se deve sair de casa, o consumo on-line começou a tornar-se um hábito mais relevante mundo afora: 61% das pessoas compraram a mais na China, 26% na Alemanha, 34% no Reino Unido, e 43% nos Estados Unidos. Nesse sentido, surgem perguntas ainda sem respostas: Haverá algum legado positivo para o e-commerce? No Brasil, a curva de digitalização poderá de fato ser acelerada? Quais empresas serão fortalecidas ou prejudicadas? Isolamento social gera impacto no varejo físico e online O setor varejista tem percebido que parte dessas mudanças no comportamento do consumidor permanecerão a médio prazo. O varejo físico, por exemplo, já vem notando as consequências negativas da pandemia. De acordo com estudo de impacto do Covid-19 no varejo europeu realizado pela Zencargo e publicado pela NY times, entre os dias 9 de Março e 21 de Abril de 2020, a estimativa de perda foi de cerca de 3,3 bilhões de libras, sendo os  principais mercados afetados: Alemanha (£ 728 milhões), França (£ 728 milhões) e Reino Unido (£ 728 milhões). Nessa direção, um levantamento da Nielsen apontou como a pandemia deve interferir nos hábitos dos consumidores de acordo com as diferentes fases da contaminação. De acordo com o estudo, um desses comportamentos é a migração da compra offline para online durante o período de distanciamento social. Consequentemente, as receitas online têm crescido exponencialmente em mercados maduros não só da Europa e da América do Norte, como também no resto do mundo. A expectativa é que haja um aumento do consumo do varejo online em diversos países, comparado ao ano de 2019, segundo dados da plataforma Covid-19 e-commerce insight, criada pela Emarsys com a GoodData. E esse efeito pode crescer ainda mais nos próximos meses globalmente. De acordo com uma pesquisa do Instituto Ipsos realizada com 10.000 respondentes, foi possível notar que, principalmente na Itália, devido à proporção do impacto e ao período de impacto da pandemia, houve um aumento considerável na frequência de compra de alimentos online. Em outros países, provavelmente devido ao período de quarentena imposto por cada governo, esse efeito ainda não foi notado. Entretanto, nessa mesma pesquisa, nota-se que há uma expectativa de migração para o consumo on-line também nos demais países, além da China e da Itália. Em relação a esse crescimento do consumo via internet, o varejo alimentício é o segmento que mais tem obtido evolução do tráfego em conversão (aumento em 189% no tráfego e 80% em transações em relação à março, comparado aos meses anteriores), seguido pelos setores de mídia, tecnologia de varejo, telecomunicações, banco/seguro, cosméticos, entre outros, segundo o estudo The COVID-19 eCommerce Impact Hub, da Content Square, com 1.400 sites. Outros segmentos como eletrônicos, móveis e esportes, apesar de não apresentarem evolução de tráfego, estão evoluindo as transações com a base de consumidores recorrente. Lições aprendidas nas operações de e-commerce chinês Entretanto, apesar da aceleração dessa migração, as empresas com operação online precisarão suprir os desafios operacionais de forma ágil. Um exemplo foi como o mercado chinês reagiu. De acordo com a pesquisa da Dentsu Aegis Network, a principal ação dos profissionais de marketing chineses foi a migração dos investimentos dos canais offline para o online (14% reduziram o off-line e 10% aumentaram investimentos no on-line), seguido por adaptação dos criativos (11%) e dos mercados-alvo (11%). Clique na imagem abaixo para visualizá-la em tamanho maior: Em relação à logística de entrega, 80% dos pedidos da plataforma Meituan Dianping feitos entre 26 de Janeiro e 8 de Fevereiro solicitaram um serviço de entrega contactless. No epicentro do vírus, em Wuhan, esses pedidos chegaram a 95,1%. A Meituan tem mais de 5,9 milhões de varejistas operando em suas plataformas digitais e 700 mil entregas diárias. Entre todas entregas, 10% delas foram realizadas em cidades diferentes dos endereços de entrega, ou seja, realizados à uma longa distância para outros amigos ou familiares. Os principais itens solicitados foram máscaras, esterilizantes, vegetais, carne e frutas, respectivamente.’ O fato é que a excelência no nível de operação dos chineses permitiu abastecer a população com frutas, vegetais e carnes frescas durante a Covid-19. Vendas online em redes de supermercados cresceram surpreendentemente durante o período da quarentena. A rede JD.com, por exemplo, teve um aumento de vendas de 215%, atingindo 15.000 toneladas durante um período de 10 dias entre Janeiro e Fevereiro desse ano. As entregas de vegetais da operação online do Carrefour também aumentaram em 600%. Logo, o que a China mostra para o mundo diante da pandemia é que, apesar de ser um mercado maduro em termos de digitalização, ainda há espaço suficiente para a migração dos canais off para o online, e as empresas entendem e sabem a importância de aumentar os investimentos no desenvolvimento de canais digitais. Além disso, as organizações chinesas estão constantemente preparadas para serem ágeis no momento que precisarem responder aos desafios operacionais.   Movimento do e-commerce no mercado brasileiro durante o Coronavírus No Brasil, a chegada da pandemia trouxe maior pessimismo ao trabalhador brasileiro. Segundo pesquisa do Datafolha, dos brasileiros que recebem até dois salários mínimos, 61% acreditam que sua renda mensal irá diminuir durante o período. Já para os trabalhadores que recebem mais de dez salários mínimos, esta expectativa cai para 49%. Porém, ainda é um número relevante. Mas assim como na China e no resto do

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O Novo Normal: nossa proposta para o momento pós Covid-19

A crise atual causada pela rápida disseminação do Coronavírus no mundo tem se mostrado bastante desafiadora para grande parte dos governos e das organizações privadas. As instituições vivem um dilema entre prosseguir com o isolamento total da população e os impactos que o mesmo pode causar na economia, sem saber até quando essa situação pode perdurar. No Brasil, esse cenário ainda se une à crise econômica dos últimos anos e à crise política, tornando o contexto mais desafiador. Nesse momento, conseguimos ter certeza de poucas coisas. Uma delas é que o comportamento dos cidadãos ao redor do mundo não voltará a ser o mesmo, o que muitos estão denominando como o novo normal. Além disso, é preciso considerar que os impactos da crise da Covid-19 serão bem diferentes entre os segmentos de negócio. Após tamanha imprevisibilidade gerada pela pandemia, projetar os cenários futuros e garantir a resiliência do negócio tornou-se um exercício de extrema incerteza, demandando perspectivas e vivências diferenciadas para encontrar um caminho comum onde a liderança esteja segura para seguir. Nesse sentido, acreditamos que o momento demanda uma abordagem diferente para solucionar tamanho desafio. Acesse nosso e-book, onde apresentamos a nossa perspectiva sobre as possíveis mudanças nos comportamentos do ser humano após a pandemia e os respectivos impactos nas organizações. Detalhamos, também, a abordagem que acreditamos ser a ideal para atuar nesse cenário, que possibilita extrair o máximo da criatividade e vivência dos líderes da organização, em um momento em que todos já são parte do problema, porém necessitam tornar-se parte da solução. Clique abaixo para download: E-Book: O Novo Normal – nossa proposta para o momento pós Covid

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New Normal Canvas

A situação do mundo atual em decorrência da pandemia da Covid-19 está mudando vidas pessoais e profissionais em muitos níveis. Nesse cenário, empreendedores e empresas precisam encontrar um equilíbrio entre o que foi dado como verdadeiro e hipotético no passado e o que seria a normalidade no futuro. E diante das incertezas e do medo que estão sendo projetados nos ecossistemas das empresas, é preciso transformar a mentalidade de fazer previsões em uma cultura de projetar iniciativas concretas, de modo que se estabeleçam ações táticas e estratégicas. Para entender e analisar criticamente os impactos que esses eventos imprevisíveis têm no mercado, a Bip desenvolveu o “New Normal Canvas”. Uma ferramenta que pode ajudar empresas e organizações a analisar e entender a incerteza e idealizar iniciativas e soluções para adaptar o modelo de negócios e acelerar a retomada dos negócios. Clique abaixo para download: EBOOK: THE NEW CANVAS

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Agilidade no centro da Transformação Digital

Nos últimos 19 anos, a capacidade adaptativa proporcionada pela agilidade rompeu a esfera de desenvolvimento de softwares e tem sido amplamente estimulada para ambientes de negócio. No contexto da transformação digital, a agilidade se apresenta como um viabilizador para uma transformação organizacional, que consiste em trabalhar na cultura, nos valores da companhia, na mentalidade das pessoas e no estilo de gestão e liderança.

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Jornada de Transformação Digital

A Transformação Digital trazida pela democratização dos dados e da tecnologia tem gerado impacto profundo nos negócios. No livro Digital Vortex, Jeff Loucks menciona que os setores sentem o efeito da disrupção digital em diferentes intensidades . Contudo, esse efeito acontece de forma mais acelerada com aqueles que têm um contato direto com os consumidores, como é o caso do varejo e do setor bancário. Outros, por sua vez, são menos susceptíveis à disrupção, como Óleo e Gás.

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