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Data Strategy: Transformação orientada a dados utilizando a metodologia DUDE

Com o atual ambiente de negócios global em constante mudança, a pressão sobre as organizações para tomarem decisões precisas e corretas nunca foi tão grande. A capacidade de identificar desafios e oportunidades e de adaptar rapidamente os negócios se tornou não só uma vantagem competitiva, como também um requisito para a sobrevivência. Essa é a razão pela qual transformar as organizações em “Data Driven Company” ou ainda “Cognitive Company” alcançou o topo das agendas corporativas. Diante da pressão do mercado, atrelado a inúmeras soluções de tecnologia, de captura, armazenamento e processamento dos dados as empresas e industrias se encontram em diferentes níveis de maturidade na utilização efetiva dos dados. Diante desse cenário, a Bip, através do seu centro de Excelência XTech tem utilizado em seus clientes uma abordagem pragmática focada em levar a empresa ou uma área se tornar orientada a dados. A metodologia é conhecida como DUDE (Data-driven transformation, Understand, Design, Execute), conforme detalhes abaixo:   Construindo uma estratégia de dados com a metodologia DUDE Empregar uma transformação em toda a empresa com a ambição de reformular de uma só vez a estratégia, organização, análise e tecnologia pode ser um enorme desafio. Portanto, o fator determinante para uma transformação orientada a dados bem-sucedida é a abordagem de planejamento e execução. A partir da experiência e maturidade adquirida em projetos de transformação em vários setores, a Bip desenvolveu a metodologia DUDE para apoiar as organizações ao longo da jornada de transformação orientada a dados. Essa é uma abordagem incremental para uma transformação orientada a dados, em que os Casos de Uso são colocados em uma linha com base em uma análise profunda de seu ROI, dados e tecnologia necessários. Ela está estruturada em três fases: Compreender: avaliar o estado atual e definir a visão da estratégia de dados Antes de tentar definir a visão e o estado de destino na transformação orientada a dados, uma organização precisa ter um entendimento claro de seu nível de adequação orientado a dados. Em outras palavras, ela precisa saber onde está em termos de recursos orientados a dados em Estratégia, Organização, Análise e Tecnologia. Essa fase de compreensão, permitirá que empresa tenha uma visão clara de potenciais e lacunas críticas para alcançar a visão e os objetivos de dados desejados. Design: identifique oportunidades e projete o caminho para a implementação A fase Design é o momento de identificação de oportunidades de negócios que podem agregar valor à empresa, comprovando o valor do uso dos dados. Existem vários casos de uso em potencial para melhorar as operações, reduzir custos, fornecer mais informações para a tomada de decisões, transformar a experiência do cliente, reduzir o tempo de resposta, entre outros. A abordagem do Bip consiste em três subfases: preparação, ideação, avaliação. Executar: desenvolver casos de uso, comprovar o valor dos dados, melhorar continuamente Na Bip, vemos a fase de execução como uma melhoria contínua que dura o tempo necessário para desenvolver uma cultura baseada em dados e a capacidade de conduzir autonomamente as rotinas de implementação e monitoramento. Para ter sucesso na fase de execução, as empresas devem cuidar de quatro pilares: Governança de Dados, Execução de Casos de Uso, Arquitetura e Ferramentas BDAA e Implementação de Modelo Operacional.   Como a Bip tem ajudado seus clientes a enfrentarem estes desafios Os benefícios potenciais de uma transformação de negócios orientada a dados têm chamado a atenção de empresas de diversos setores. Mas, como em qualquer outra grande mudança, os desafios podem ser substanciais e exigir experiência prática, liderança e comprometimento. Sendo assim, orientar-se a dados é uma jornada que deve ser cuidadosamente entendida, projetada e executada. Nós, da Bip, contamos com especialistas que criam soluções de análise de última geração, configuram organizações orientadas a dados e aprimoram os recursos de gerenciamento de dados. Utilizamos tecnologias exponenciais para fornecer soluções digitais de ponta a ponta, suportando a transformação orientada a dados e aumentando a capacidade de resposta à evolução dos negócios. Fale com um de nossos consultores! Para acessar o artigo original, clique em: https://www.bipconsulting.com/insights/data-strategy-a-data-driven-transformation

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Bip marca presença no Web Summit 2019

No Web Summit 2019, que aconteceu em Lisboa, a Bip esteve presente com uma delegação de executivos de diversas geografias, indústrias e ofertas com dois objetivos principais: i) identificar soluções inovadoras para complementar o portfólio de serviços e soluções da consultoria, e ii) buscar empresas e soluções complementares ao portfólio da BIP e se constituam em oportunidades para uma fusão e aquisição. Ao logo de quatro dias de palestras, workshops e conferências, um rico ecossistema empreendedor formado por startups, especialistas, formadores de opinião, governos e executivos das principais organizações do mundo debateram sobre projetos, novidades e tendências para os próximos anos em temas relacionados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. Participando de discussões e debates a respeito da Revolução Tecnológica que estamos vivenciando, os executivos da Bip, em conjunto com outros CEOs, CMOs, CTOs e CSOs, puderam compartilhar experiências relacionadas à inteligência artificial, robótica, privacidade de dados, conexão 5G, veículos autônomos, experiência do consumidor, tendências de marketing para 2020, comportamentos sustentáveis entre outros.   Tendências e novidades debatidas no Web Summit 2019 Um dos temas bastante abordado foi a privacidade e o controle de dados dos indivíduos. O evento mostrou que estamos passando por um momento de dualidade: uma sociedade que sofre uma crise de confiança com medo do uso indevido da coleta e do uso dos seus dados e, ao mesmo tempo, que espera pela personalização individual dos serviços que recebem de marcas e empresas. O primeiro a debater esse assunto tão importante nos dias atuais foi o polêmico Edward Snowden, ex-analista da CIA. Snowden falou sobre um dos principais desafios existentes na transformação digital: a coleta e o armazenamento das informações de terceiros. Ele questionou o uso abusivo das tecnologias, que não têm sido mais utilizadas apenas como prestação de serviços pelos governos e pelas empresas, mas para o benefício próprio. Segundo ele, “a população não tem consciência de quanta informação está deixando quando utiliza a internet”. Na videoconferência, ainda reforçou que “nós somos a única coisa que pode nos proteger e a única maneira de proteger alguém é proteger todos”. Essa preocupação em relação à forma como as redes sociais e as organizações têm utilizado nossos dados esteve bastante presente também em outros discursos de palestrantes. Brittany Kaiser, co-fundador da Own Your Data Foundation, e David Chaum, fundador e CEO da Elixxir, analisaram o tema. De acordo com os palestrantes, para o futuro, devemos trabalhar na divulgação dos direitos dos cidadãos e desenvolver ferramentas que possam proteger os dados de todos. Brittany afirmou que muitas empresas ainda usam esses dados sem pedir permissão. Segundo ela, algumas soluções possíveis para resolver essa questão seriam: se manter constantemente informado, regulamentar uma legislação mais eficiente e utilizar a tecnologia a favor da proteção dos dados pessoais. A GDPR, por exemplo, visa regulamentar a privacidade de dados. Ela já é um caminho para que a mudança aconteça, apesar de ainda ser uma lei muito abstrata, como afirmou Edward Snowden em seu discurso. Oferecer experiências personalizadas aos clientes através dos dados Os dados são excelentes aliados das empresas na função de reter clientes. De acordo com o CMO do Burger King, Fernando Machado, os dados funcionam como uma maneira de alcançar o consumidor de forma otimizada e personalizada. As discussões sobre a interação entre empresas e clientes foram outro grande destaque do Web Summit deste ano. Atualmente, é de extrema importância que as organizações estabeleçam uma conexão direta com seus consumidores. Direcionada a esse tema, Alicia Tillman, CMO da SAP, explicou que as organizações precisam ter a iniciativa de construir um negócio orientado ao feeling do seu público-alvo. Para Tillman, o principal é ter propósito e ir além dos produtos e serviços que oferecem. Nessa mesma direção, Katia Bassi, Diretora de Marketing e Comunicação da Lamborghini, mostrou como a empresa está oferecendo experiências extremamente personalizadas e impactando os consumidores jovens. Uma das ações mencionadas por ela é a utilização de realidade virtual para ajudar no processo de customização de carros. Segundo Katia, “clientes adoram a ideia de ter um relacionamento pessoal com a marca”. E a tecnologia surge para auxiliar que a relação entre pessoas e empresas seja ainda mais humanizada. Isso foi o que Kristin Lemkau, CMO do JPMorgan Chase ressaltou em sua palestra. Ela defendeu que as organizações devem usar tecnologias como Machine Learning para personalizar e aproximar sua relação com seus usuários. Nunca se esquecendo de estar atentas à GPDR e de serem transparentes quanto ao uso dos dados dos clientes. Inteligência Artificial, Machine Learning e conexão 5G estão em alta O mundo está mudando rápido e cada vez mais se discute o papel das empresas na sociedade. As empresas, sejam elas grandes corporações ou startups, precisam assumir novos papéis para construir uma sociedade mais justa economicamente, mais diversa e mais engajada com a melhoria do mundo. Um dos temas explorados no Web Summit foi como as tecnologias – como IA, Machine Learning ou conexão 5G – podem resolver problemas atuais e futuros e como podem contribuir de forma positiva para a sociedade. Um dos aspectos relacionados à tecnologia foi exposto por Tony Blair. O ex-primeiro ministro da Grã-Bretanha falou sobre a relação entre tecnologia e globalização, ressaltando a importância de políticas públicas para expandir os benefícios da tecnologia na vida das pessoas. Outro exemplo de como a tecnologia está sendo aplicada para a melhoria da vida das pessoas é o caso da interação entre robôs e humanos daqui para frente. A Boston Dynamics, por exemplo, têm desenvolvido robôs com sensores. Segundo Marc Raibert, CEO e fundador da companhia, a empresa usa como base o conceito de inteligência artificial “atlética”. Segundo ele, é um tipo de IA que permite que o robô fique de pé, ande, analise o ambiente, faça manobras e reaja quando se sentir ameaçado. Além disso, os robôs conseguem acessar instalações com níveis difíceis de acesso ou operações autônomas de logística. E, aliando a Inteligência Artificial ao Big Data, a implantação de serviços com tecnologia 5G está crescendo mais rápido que o esperado, segundo o CEO da Huawei, Guo Ping. De acordo com ele, a tecnologia 5G vai contribuir com diversos setores,

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LGPD

Entenda o que é a LGPD e porque os dados pessoais são valiosos

Hoje, podemos afirmar que os dados pessoais têm se tornado cada vez mais valiosos. Ao coletar dados, uma empresa ganha mais assertividade para oferecer seus produtos ao cliente que tem mais possibilidade de adquiri-los. Quando ocorre essa transação, outros dados são gerados para serem utilizados para outras finalidades e assim estabelece-se um ciclo infindável de geração de informações e oportunidades.

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Pós-venda

Varejo online: Pós-venda como ferramenta de fidelização do cliente no e-Commerce

O varejo online vem se destacando com ofertas e serviços inovadores e disruptivos, mudando a forma como os clientes e as empresas interagem e definindo um alto padrão de personalização e interatividade no relacionamento com o consumidor. As empresas online já perceberam que a jornada do cliente precisa ser vista de forma completa. Ou seja, não termina com o pagamento do carrinho de compras. Se o foco for somente na experiência do front-end sem se preocupar com as operações de back-end e suporte é pouco provável que a experiência seja positiva e a relação sustentável. Todas as etapas desde a escolha do produto até o processo de entrega, a garantia e o monitoramento da satisfação no pós-venda são fatores críticos de sucesso para a jornada do cliente. Entender como os clientes compram, quais canais utilizam, seus comportamentos, desejos e necessidades é um bom ponto de partida para aperfeiçoar a experiência do cliente pós efetivação da compra.    Supply Chain é essencial para aprimorar a experiência do cliente Uma recente pesquisa realizada pela Plataforma Convey, com mais de 200 varejistas nos EUA, revelou que 71% do varejo online acredita que precisa melhorar a visibilidade dos dados de entrega para o consumidor, afim de oferecer uma experiência de qualidade ao cliente. Em uma loja física, o varejista consegue ter o controle da experiência integral da compra treinando a equipe, criando um ambiente de compras agradável e simplificando o processo de check-out. Mas com uma frente de loja digital, a forma de influenciar a experiência dos clientes passa a ser por meio de melhorias na interface do usuário e eficiência na cadeia de suprimentos. Desta forma, os times de logística buscam a melhor experiência ao cliente através da melhoria na comunicação, maior leque de opções de entrega, assertividade na promessa e eficiência na logística reversa. Assim que a empresa consegue identificar o que é “valor” para o seu cliente, o desafio passa a ser: como alinhar a experiência que se deseja entregar às melhorias operacionais necessárias? Neste sentido, a melhor forma é olhar os processos sob a perspectiva do cliente. Para organizações com operações de entrega complexas, a cadeia de suprimentos pode oferecer oportunidades para impactar diretamente a satisfação do cliente. Isso torna as operações de supply chain mais importantes do que nunca. Neste aspecto, 90% das empresas da Fortune 500 contam com fornecedores de logística terceirizados para ajudá-las a gerenciar operações de cadeia de suprimentos cada vez mais complexas. De acordo com um recente estudo do Council of Supply Chain Management Professionals, essas parcerias vão muito além do transacional: três de quatro empresas afirmam que dependem de seus parceiros da cadeia de suprimentos para criar formas inovadoras de aumentar a eficácia da logística. Especialistas em cadeia de suprimentos e logística destacam alguns atributos de valor essenciais para o cliente e que devem ser considerados no desenho dos processos de entrega:   Flexibilidade: cada vez mais os clientes querem ter a capacidade de escolher o tipo de serviço de que precisam, quer seja o canal de atendimento, o tipo de garantia ou o processo de entrega. Modelos colaborativos de supply chain com a participação de fornecedores, transportadoras, varejistas e operadoras já permitem aos clientes a personalização da sua experiência. Velocidade: receber os produtos o mais rápido possível e com assertividade quanto ao prazo de entrega já é uma exigência e está se tornando cada vez mais importante. Entregas em um ou dois dias já começam a se tornar padrão. Rastreamento: clientes em todos os lugares estão exigindo recursos de rastreamento. Para que os clientes tenham confiança de que seu produto foi enviado e chegará a tempo, um recurso de rastreamento padrão precisa ser implementado. Alertas: além dos recursos de rastreamento, os alertas atualizados mantêm as expectativas dos clientes realistas quando ocorrem eventos imprevistos na cadeia de suprimentos. Os clientes apreciam ser alertados quanto a atrasos climáticos e outras interrupções para que possam reagir proativamente às entregas atrasadas. Em Maio, durante a greve dos caminhoneiros no Brasil, o varejo online que possuía sistemas de alerta pode avisar sobre os imprevistos a seus clientes e definir novas datas de entrega, sem impacto nos índices de satisfação. Quais estratégias adotar para melhorar a experiência no atendimento pós-venda O atendimento pós-venda não trata apenas de ações reativas para atender às demandas dos clientes, é preciso desenhar uma estratégia de pós-venda para promover a comunicação e o relacionamento constantes, diretos e personalizados. Para oferecer um serviço ágil, cordial e eficiente, as empresas têm investido em capacidades como: Registro de informações sobre os clientes: é importante manter um histórico das interações para facilitar o desenvolvimento de ações personalizadas de relacionamento. Quem pretende fidelizar seus clientes não quer apenas atender o consumidor, mas sim se relacionar com ele. Os atuais recursos de automação facilitam a integração entre operação e vendas. Canais de relacionamento com o consumidor: os clientes digitais utilizam vários canais para interagir com sua empresa e precisam de vários momentos de interação para concluir uma transação, podendo ser através de pontos de venda, central de atendimento, site, aplicativo e outros. Comunicação personalizada: com mensagens diretas e personalizadas, as empresas têm maior probabilidade de serem respondidas. Respostas automáticas podem ser empregadas para agilizar o contato com o cliente, desde que se refine bem os processos de segmentação e não desperdice a oportunidade de interação. Possibilidade do autoatendimento: o consumidor de hoje valoriza a conveniência. Isso implica, por exemplo, ser atendido no canal da sua escolha. Uma das tendências do varejo atual é dar mais autonomia para o cliente. Uma medida simples é a publicação de FAQs. Ao fazê-lo, inclua questões pertinentes para quem já adquiriu o produto e não apenas sobre o processo de venda. Analise também a possibilidade de usar chatbots, que podem ajudar a solucionar questões mais pontuais, de forma a deixar o time de atendimento dedicado aos casos mais complexos. Processos ágeis e respostas rápidas: os clientes demandam respostas rápidas. Se o caso for mais complicado, avise sobre a necessidade de mais tempo. Questões surgirão

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O impacto do Supply Chain 4.0 no setor de varejo

A partir do avanço do processamento computacional, capacidade de armazenagem, operações em nuvem, entre outros, surge a indústria 4.0, trazendo consigo uma maior velocidade nas mudanças e no ambiente competitivo das empresas, em especial do varejo.

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scrum

O que é o método Scrum de gestão de projetos?

Ágil, Scrum, Waterfall, Kanban são diferentes métodos de gerenciamento de projetos que vêm sendo utilizados pelas empresas para aumentar a produtividade e eficiência na gestão de grandes projetos. Essas estruturas foram criadas originalmente pelas empresas de TI e, especialmente, pelas empresas de desenvolvimento de aplicativos, porque precisavam dar uma única direção para toda a equipe, mas de forma que todo e cada integrante pudesse executar suas tarefas diárias. No entanto, desses quatro frameworks, o Scrum tem sido o mais utilizado nas empresas, extrapolando o segmento TI e sendo amplamente aplicado também por consultorias de gestão. Muitas empresas estão abandonando modelos tradicionais e migrando para o modelo de trabalho proposto pelo Scrum, pois o método tem possibilitado entregas em menor tempo e com maior valor agregado para o cliente. O Scrum pressupõe uma equipe multifuncional auto-organizada, onde não há um líder que decide quem fará uma determinada tarefa ou como um problema será resolvido. Essas são questões debatidas pela equipe como um todo. Na execução do Scrum, por exemplo, uma reunião de planejamento de sprint é descrita em termos do resultado desejado (um compromisso com um conjunto de recursos a serem desenvolvidos no próximo sprint) em vez de um conjunto de critérios de entrada, definições de tarefas e validação, critérios de saída assim por diante, como seria fornecido na maioria das metodologias.   Como são definidos os papéis e as responsabilidade no método Scrum? No desenvolvimento ágil, as equipes do Scrum são suportadas por três funções específicas. A primeira é o ScrumMaster, que pode ser pensado como um treinador para a equipe, ajudando os membros da equipe a usar o processo Scrum para performar o mais alto nível. Um bom ScrumMaster protege a equipe de distrações externas, permitindo que os membros se concentrem durante o sprint na meta que selecionaram. As principais atividades dessa função são: Responsável pela aplicação dos valores e práticas do Scrum Líder coach/líder servidor do time – treina o time em autogerenciamento e interdisciplinaridade Garante a plena função e produtividade da equipe Garante a colaboração entre os envolvidos Protege a equipe das interferências / intervenções externas que quebram o foco do desenvolvimento Responsável por garantir que o produto atenda às necessidades do cliente   O Product Owner (PO) é outro papel que representa os negócios, clientes ou usuários, e orienta a equipe na construção do produto certo. Enquanto o ScrumMaster se concentra em ajudar a equipe a ser o melhor possível, o Product Owner trabalha para direcionar a equipe para o objetivo certo. O dono do produto faz isso criando uma visão do produto a mais real possível e transmitindo essa visão para a equipe por meio do backlog do produto. O “dono do produto” é responsável por priorizar o backlog durante o desenvolvimento do Scrum para garantir que ele esteja no mesmo nível, conforme se aprende mais sobre o sistema que está sendo construído, seus usuários, a equipe e assim por diante. As características principais desse papel são: O proprietário do Product Backlog é o Product Owner Define as funcionalidades do produto, mantendo o Product Backlog Atua como facilitador quando há mais clientes envolvidos Define e prioriza o backlog de acordo com o valor de negócio Define o conteúdo dos releases e ajusta quando necessário Define os critérios de aceite Colabora diretamente com o time Apresenta ao time os requisitos necessários para a entrega do produto; Aceita ou rejeita o resultado dos trabalhos; Garante que especialistas estejam disponíveis para o time. O terceiro papel é o Delivery Team . Embora os indivíduos possam se juntar à equipe com vários cargos, no Scrum, esses títulos são insignificantes. A metodologia afirma que cada pessoa contribui da maneira que pode para completar o trabalho de cada sprint. As principais características dos membros da equipe são: Auto organizados Multifuncionais, multidisciplinares e comprometidos Responsáveis por entregar o que foi acordado como meta da Sprint Responsáveis por definir como as tarefas devem ser divididas para gerar o resultado esperado Responsáveis por definir quem irá executar as tarefas e em que ordem elas são realizadas   As etapas de desenvolvimento do Scrum: O que está envolvido? O método Scrum sugere que os projetos progridem através de uma série de sprints. De acordo com uma metodologia ágil, os sprints são cronometrados por não mais que um mês, geralmente duas semanas. A metodologia defende uma reunião de planejamento no início do sprint, na qual os membros da equipe calculam com quantos itens podem se comprometer e, em seguida, criam um backlog de sprint – uma lista das tarefas a serem executadas durante o sprint. Em cada dia do sprint, todos os membros da equipe devem participar de uma reunião diária do Scrum, incluindo o ScrumMaster e o Product Owner. Esta reunião tem tempo limitado, não mais do que 15 minutos. Durante esse período, os membros da equipe compartilham o que trabalharam no dia anterior e o que trabalharão naquele dia e identificam quaisquer impedimentos ao progresso. Os Scrums diários são uma maneira de sincronizar o trabalho dos membros da equipe enquanto discutem o trabalho do sprint. No final de um sprint, a equipe conduz uma revisão de sprint, durante a qual a equipe demonstra a nova funcionalidade para o PO ou qualquer outra parte interessada que deseja fornecer feedback que possa influenciar o próximo sprint. Esse feedback no desenvolvimento pode resultar em alterações na funcionalidade recém-entregue, mas pode resultar na revisão ou adição de itens no backlog do produto. Outra atividade no gerenciamento de projetos Scrum é a retrospectiva de sprint no final de cada sprint. Toda a equipe participa dessa reunião, incluindo o ScrumMaster e o PO. A reunião é uma oportunidade para refletir sobre o sprint que terminou e identificar oportunidades para melhorar.   Os níveis de planejamento do método Scrum O planejamento é parte essencial para a mitigação de riscos. Ele precisa ser realizado com frequência, e não há um planejamento único, abrangente e baseado em suposições no início do processo, como acontece com as metodologias tradicionais de gestão. O conhecido

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Experiência do Consumidor

Bem-vindos à era da experiência do consumidor

A tradicional jornada de compras do consumidor mudou e o modo como o varejo lida com sua estratégia de vendas também precisa mudar. Esse cenário traz o grande desafio de saber onde as lojas devem investir para oferecer a melhor experiência para o consumidor. A concorrência não é mais somente para oferecer os preços mais baixos, os maiores descontos e o frete gratuito com entregas mais rápidas. Em um mundo onde as vendas e os descontos são onipresentes o ano todo, os compradores estão considerando algo a mais – além do preço – para distinguir o que diferencia as marcas. Gradativamente, o preço vem perdendo força como um fator de compra decisivo. Projeções indicam que, até 2020, a experiência do consumidor irá ultrapassar o preço do produto como diferenciador-chave na decisão de compra. Os consumidores querem ser informados e ter a possibilidade de “vivenciar” o produto para, só depois de reunir todas as informações, tomar sua decisão. Estamos vivendo uma nova era da economia: a era da experiência, a qual traz consigo muita complexidade e uma nova métrica: experiência por metro quadrado. Esse deve ser um indicador de extremo valor para os varejistas a partir de agora.   Customer Experience e Omnicanalidade Os clientes desejam e cobram por uma experiência de excelência, independentemente do tamanho da empresa e dos seus pontos de contato. E, quando tratamos de uma experiência completa na jornada de compras do consumidor, a integração entre o comércio on-line e os inúmeros pontos de contato disponíveis tem sido a grande preocupação do varejo. Isso não quer dizer que o comércio físico irá acabar. Para alguns, as lojas físicas estavam com seus dias contados e havia uma crença de que o modelo físico estava morto. Mas os dados não confirmam esta suspeita. Pesquisa da Kibo no mercado norte americano mostra que, de 2017 para 2018, triplicou a quantidade de consumidores que escolheria comprar em loja física em vez de online. Além disso, estamos vendo mais e mais varejistas reavaliando como os consumidores estão interagindo com suas lojas, e tomando decisões para ajustar e otimizar suas lojas com base na pesquisa do consumidor. Atitudes em relação ao BOPIS (buy on-line, pick-up in store) destacam ainda mais a centralidade das lojas e seu crescente papel como uma solução para o varejo oferecer uma entrega flexível, gratuita e rápida. No entanto é preciso acompanhar a diversidade exigida pelo consumidor. O comércio físico ainda pode dominar, mas o digital desempenha um papel importante nas decisões de compra. Em uma pesquisa realizada em 2018 pela BigCommerce no mercado norte-americano, quando perguntados sobre seus comportamentos de compras antes de fazer uma compra em uma loja física de varejo, 39% dos consumidores digitais visitam o site de uma marca, 36% leem opiniões de clientes, 33% tentam igualar o preço do produto on-line, com 32% encontrando a marca na Amazon. Se olharmos a realidade do Brasil, a análise é semelhante. Nosso país é um mercado com enorme potencial para transformação digital e passa por um momento de amadurecimento. É importante entender que a mudança cultural demanda que o cliente seja colocado como peça central do negócio e disponibilizar todos os meios de contato desejados por ele, sem repetições ou atritos. Esse entendimento é crucial para elevarmos o nível da experiência do cliente. Então, como os varejistas irão alcançar esses consumidores hiperconectados, em uma indústria cada vez mais competitiva? Em primeiro lugar, é preciso desenvolver uma estratégia de vendas omnichannel, independentemente de onde a compra final ocorrer. O varejo precisa desenvolver estratégias que englobem uma gama cada vez maior de canais físicos e digitais, considerando onde seus consumidores estão. Além disso, as marcas precisam considerar que sua presença digital – incluindo seu site, canais sociais e de conteúdo – servem para influenciar clientes em potencial. Além disso, é crucial entender que Customer Experience não é uma mecânica, tão pouco uma filosofia. Embora o mercado trate o tema como algo conceitual, esse conceito é — acima de tudo — uma estratégia empresarial com a finalidade de dirigir inteligência, pessoas, tecnologia, processos e investimentos para o planejamento, implantação e controle de inciativas voltada a quem mais importa: o cliente. O varejo que proporcionar aos seus clientes experiências gratificantes, capazes de sensibilizá-los para continuarem conectados racional e emocionalmente à empresa, conseguirá lealdade e fidelidade e, consequentemente, melhores resultados.   A dificuldade de implantar uma Cultura centrada no cliente A importância de se considerar a experiência do consumidor em sua jornada de compras não é algo novo. Há mais de 20 anos que as empresas adotam o discurso de uma cultura centrada no cliente, mas pesquisas indicam que poucas tem conseguido que o cliente perceba esta estratégia. Mas por que tantas empresas lutam e não conseguem colocar o cliente em primeiro lugar? Um dos motivos é exatamente a grande quantidade de dados disponíveis. O volume, a velocidade e a variedade de dados do cliente que agora existem sobrecarregam muitas organizações. Algumas empresas não têm os sistemas e a tecnologia para segmentar e avaliar os clientes. Outras carecem de processos e capacidades operacionais para direcioná-los com comunicações e experiências personalizadas. Mas a barreira mais comum, e talvez a maior, à conseguir implantar uma estratégia centrada no cliente é a falta de uma cultura organizacional voltada para esse tema. Na maioria das empresas, a cultura permanece centrada no produto ou orientada para as vendas e a centralidade do cliente é considerada uma prioridade apenas para certas funções, como o marketing. Para implementar com sucesso uma estratégia e um modelo operacional centrados no cliente, uma empresa deve ter uma cultura que se alinhe com eles – e líderes que deliberadamente cultivem a mentalidade e os valores necessários em seus funcionários. A mudança de processos organizacionais, cultura e mentalidade para uma orientação de jornada é estratégica e transformadora. Transformações baseadas em experiências não são fáceis, e podem levar anos para serem aperfeiçoadas. Mas a recompensa é uma maior satisfação do cliente e do empregado, aumento de receita e custos mais baixos. A realização de

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líderes

Engajamento, confiança e individualidade são alguns dos desafios dos novos líderes

Vivemos hoje um cenário de incertezas e instabilidade, sob a influência de rápidas e constantes mudanças, conhecido como mundo VUCA. Representado pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, esse novo ambiente retrata um momento de intensas transformações, que trazem tanto desafios pessoais como organizacionais. Essas mudanças causam efeitos na sociedade como um todo e, por consequência, provocam também transformações profundas na maneira de liderar dentro das organizações. Se antes a liderança era tratada apenas como um cargo ou uma posição social, hoje ela tem o papel de engajar os profissionais, gerar confiança e promover o compartilhamento de ideias e decisões com toda a equipe. Sendo assim, os padrões que antes existiam dentro das companhias estão tornando-se ultrapassados, sendo supridos pela necessidade de constante inovação e adaptabilidade. Desafios da liderança contemporânea Os líderes precisam se adaptar ao cenário atual para enfrentar os novos desafios que surgem, porém, muitos deles ainda têm dificuldade de integrar suas atividades, decisões e tarefas com os colaboradores. Estes, ao longo do tempo, passaram a questionar a autoridade dos líderes. E agora não querem mais apenas seguir ordens, mas ter um propósito em tudo que fazem, participar ativamente das atividades e se envolver nas mudanças e decisões dentro da empresa. Sendo assim, a liderança contemporânea deve ser exercida pela influência e não mais pela autoridade. Para construir uma relação de confiança, os líderes devem acreditar no desenvolvimento dos colaboradores, estar aberto a novas ideias e compartilhar constantemente suas tarefas e responsabilidades. A relação entre líder e liderados deve ser de parceria e colaboração mútua. Quanto mais integrado com seus colaboradores o líder estiver, mais próximo ele estará de conseguir que a equipe seja produtiva. O bom líder torce para que seus funcionários atinjam bons resultados, cresçam profissionalmente e desenvolvam autonomia no ambiente de trabalho. Mas não pense que a liderança deve ser a mesma para todos os profissionais. Pelo contrário, a liderança contemporânea considera a diversidade e a individualidade de cada membro da equipe. Os líderes precisam, mais do que nunca, desenvolver uma liderança personalizada, compreendendo que cada pessoa é única. Achar que os colaboradores devem se adaptar ao estilo do líder é um erro muito comum, mas conhecer e reconhecer a individualidade das pessoas, permite que as motivações individuais sejam estimuladas. Mais do que cuidar da equipe, um gestor bem sucedido deve personalizar o jeito de delegar tarefas e cobrar resultados. Saber como lidar com a individualidade das pessoas é o ponto de partida para uma liderança eficaz. Novas formas de motivar os colaboradores nos locais de trabalho Muitas pessoas ainda trabalham em ambientes que são dominados pela motivação em forma de recompensa – caso o trabalho seja feito de forma correta – ou punição – caso seja realizado de maneira inadequada. Diante disso, as empresas precisam desenvolver novas formas de motivação nos locais de trabalho, pois as tradicionais não atendem mais às necessidades dos ambientes criativos e inovadores. O escritor de Best Sellers sobre negócios, trabalho e comportamento, Daniel H. Pink, em sua palestra no TED, afirma que a motivação intrínseca – quando as pessoas são auto motivadas dentro do ambiente de trabalho – está crescendo cada vez mais. Empresas têm dado autonomia para os colaboradores em relação ao tempo de trabalho e liberdade para trabalharem com o que quiserem. Nestes ambientes, a inovação e a criatividade são pontos chave. Segundo ele, há três grandes motivadores dentro dos locais de trabalho atualmente: Autonomia. Ela é impulsionada pelo desejo de direcionar a própria vida e motiva os colaboradores a pensarem criativamente, sem precisar obedecer estritamente às regras. É uma forma de melhorar a confiança, e criar inovação e criatividade dentro da empresa. Maestria. Os colaboradores procuram melhorar constantemente suas habilidades através do aprendizado e da prática, pois fazem algo que realmente importa para eles. Propósito. As pessoas que acreditam que estão trabalhando com o propósito de algo maior ou por uma boa causa se tornam mais produtivas e engajadas.   Principais qualidades dos líderes no mundo contemporâneo Pensar além das estruturas convencionais.  Um líder precisa ser visionário. Isso significa antecipar as mudanças que ocorrem no ambiente competitivo e sair da zona de conforto, incluindo a possibilidade de mudar de setor, entender as novas dinâmicas do mercado, alavancar a experiência de diferentes gerações e abraçar a curiosidade e a diversidade. Inovar de maneira ampla em todos os sentidos. Com as constantes mudanças e a necessidade de se diferenciar da concorrência, o líder precisa pensar em novos processos, novas tecnologias e talvez um novo modelo de negócios para andar à frente da concorrência. Valorizar a diversidade da equipe. Cada membro da organização pensa de uma forma e tem diferentes experiências de vida. O líder deve encontrar a melhor maneira de gerenciar essa diversidade. Um  local de trabalho tão diversificado pode potencializar novos olhares sobre problemas e soluções. Aproveitar essa diversidade pode ser o que fará diferença nem mercado cada vez mais competitivo. Promover uma comunicação integrada com os colaboradores. Crie maneiras e estilos de melhorar a comunicação e a interação com os profissionais, seja falando diversas línguas, usando a tecnologia, ou desenvolvendo soft skills como sensibilidade, empatia e mente aberta. Adaptar seu estilo de liderança. Estamos passando por um momento de transição: da autoridade para a confiança, da hierarquia para o networking, da tomada de decisão para a inspiração, e do poder para a autoconsciência. Entender a necessidade de uma liderança personalizada é fundamental para o desenvolvimento de uma equipe motivada.   Liderar é uma tarefa complexa nos mundos atuais. Os líderes precisam se manter à frente da equipe, sempre inspirando, motivando e conduzindo seus colaboradores, além de fornecer condições necessárias para que os profissionais estejam prontos para fazer qualquer coisa. A motivação e a produtividade do colaborador na busca por resultados dependem de uma comunicação aberta e franca e de um local de trabalho leve e harmônico. Cabe ao líder entender a importância de desenvolver ações que promovam esse ambiente organizacional. A principal forma de permitir com que isso aconteça é saber reconhecer e motivar o trabalho de cada colaborador, criar um ambiente saudável, estimular um relacionamento com

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A análise da maturidade organizacional é essencial na implementação dos programas de transformação digital

O mundo está mudando em um ritmo extremante acelerado em decorrência do surgimento de novas e disruptivas tecnologias que surgem todos os dias e com isto, os negócios e as organizações precisam se adaptar a esta nova realidade, se quiserem aumentar o seu índice de sucesso. No final do século passado, visando explicar as mudanças gerais em acontecimento no planeta, surgiu  o conceito de mundo VUCA, que significa: Volatilidade (em inglês, Volatility) – Explica o volume e agilidade das mudanças, o momento dinâmico e volúvel, aonde fica difícil estabelecer padrões previsíveis, dificultando a busca por soluções históricas do passado para resolver os novos problemas do futuro, o que demanda a necessidade de rápida adaptação; Incerteza (em inglês, Uncertainly) – A instabilidade do ambiente poderá afetar o seu planejamento. Mesmo com o grande volume de informações disponíveis atualmente, fica difícil ter uma alta previsibilidade dos acontecimentos e direcionamentos para fazer previsões futuras. Por isso, cada vez mais se valoriza a flexibilidade e agilidade que sustentará a adaptação ao imprevisto; Complexidade (em inglês, Complexity) – O número de variáveis que afetam o nosso dia-a-dia está cada vez maior e mais abrangente, devido a todas as possibilidades proporcionadas pela facilidade de criar conexões entre as pessoas, processos e plataformas. A cada dia, nossa dependência de tecnologias e pessoas aumenta, sendo necessário cada vez mais atuar em colaboração e multidisciplinaridade; Ambiguidade (em inglês, Ambiguity) – É a forma como interpretamos e analisamos os contextos complexos que vivemos. Não existem respostas precisas, um único modo para resolver e tratar os problemas enfrentados em nosso cotidiano, e nem sempre as soluções do passado são suficientes para direcionar as inovações e possibilidades do futuro . Este ambiente volátil, incerto, complexo e ambíguo requer transformações constantes. As formas como as relações humanas acontecem e os novos modelos de interações promovidos pelas tecnologias, vem fazendo com que cada vez mais, as organizações entrem de cabeça em programas de transformação digital. Nesta era da Revolução Digital, surgem novas oportunidades, mas também ameaças significativas que impactam todos os setores e criam uma urgência para simplificar e transformar drasticamente a eficiência dos negócios existentes. Cada vez mais, estamos dependentes das novas tecnologias. Isto impacta significativamente nossa sociedade, a forma como nos relacionamos e como fazemos negócios. Mediante tudo isto, como podemos preparar nossas organizações neste processo de mudança e adaptação? Para que as empresas estruturem os seus processos e direcionem as estratégias que irão habilitar a mudança para o mundo digital, é essencial que se conheça a fundo a organização. Neste momento, a realização da análise da maturidade organizacional é uma excelente ferramenta para identificar as oportunidades significativas de crescimento. A abordagem da análise da maturidade organizacional oferece uma forma prática para a transformação.  Pensando na realidade das organizações, algumas dimensões permitem identificar oportunidades de aceleração da transformação digital nas organizações, redução de esforços e o direcionamento correto dos investimentos na estratégia digital. Para que os programas de transformação digital nas organizações sejam mais efetivos e assertivos, alguns fatores importantes precisam ser considerados: como as organizações estruturam seus processos e suas estratégias para atender aos clientes; quais são as estratégias adotadas para aumentar a sua vantagem competitiva; como a tecnologia sustenta o sucesso da estratégia digital, ajudando a criar, processar, armazenar, proteger e trocar dados para atender às necessidades dos clientes com baixo custos; como acontece a execução e a evolução de processos e tarefas , utilizando a eficiência e a eficácia do negócio; como a definição e o desenvolvimento de uma cultura organizacional com processos de governança e talentos apoiam o progresso ao longo da curva de maturidade digital; qual o nível de flexibilidade para alcançar seus objetivos de crescimento e inovação.   Possuir uma visão holística do atual estágio digital da sua organização e os recursos necessários para avançar em sua agenda digital são cruciais para uma transformação bem-sucedida.

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Análise de dados

Como a análise de dados complexos vem sendo utilizada para otimizar a experiência de compras Omnichannel?

Os padrões e comportamentos de compra no varejo mudaram significativamente. Hoje, a geração do milênio está visitando menos as lojas físicas e comprando mais nos canais online, buscando por experiências mais personalizadas, colaborativas e híbridas. Isso tem trazido um desafio adicional ao varejo que, para compreender a jornada completa do consumidor, precisa avaliar os diversos canais físicos e digitais, as tendências e os insights preditivos sobre como o cliente age no momento da compra. Para isso, o varejo vem recorrendo ao Big Data, usando técnicas de Analytics e Business Inteligence (BI). Um processo não linear de vendas exige enxergar da mesma forma canais internos e externos de relacionamento, sejam estes online, off-line ou por meio de aplicativos móveis, trazendo a necessidade de trabalhar com muitos dados. Porém, essa tarefa é complexa, não só pela grande quantidade, mas também pela variedade e velocidade de mudança destes dados e padrões. Sendo, assim, o varejo tem lidado com centenas de dados complexos em múltiplos canais, e muitos deles não possuem informações precisas sobre os padrões de compra dos clientes. Utilizando as novas tecnologias, através da captação e análise de dados sobre os hábitos dos clientes, o varejo consegue definir o perfil exato do consumidor, alinhar sua oferta de produtos com o que ele procura, se antecipar às ações da concorrência e promover melhorias na sua estrutura física, oferecendo uma experiência realmente Omnichannel.   As novas tecnologias têm trazido resultados concretos para o varejo A adoção de soluções de análise de dados tem aumentando à medida que o varejo vem obtendo resultados concretos com o uso das novas plataformas e tecnologias: Uso intensivo de Machine Learning: o Machine Learning tem sido utilizado para melhorar as experiências de compra com um todo. Um exemplo dessa adoção é a tecnologia “Just Walk Out” da Amazon. Na loja de conveniência Amazon Go, os clientes escaneiam seus telefones na entrada por meio do aplicativo, pegam os itens que desejam e saem, sem precisar enfrentar fila ou fazer checkout. O valor da conta é cobrado automaticamente. Isso é possível através da visão computacional com câmeras instaladas e de sensores de peso nas prateleiras que monitoram o movimento dos itens. Microssegmentação dos usuários: A microssegmentação é a divisão dos usuários em interesses específicos, oferecendo conteúdos que façam mais sentido para cada Lead. Através da microssegmentação, é possível desenvolver e avaliar cenários hipotéticos para diferentes produtos e grupos. É importante para compreender qual o principal interesse de quem está sendo analisado, sendo possível identificar os grupos ideais com maior probabilidade de compra e engajamento. Utilização de modelos de atribuição para gerenciamento de gastos omnichannel: as soluções de integração de dados omnichannel permitem que as empresas ampliem o número de vendas e o reconhecimento da marca, expandindo seus negócios. O varejo tem usado modelos de atribuição para determinar a eficácia de seus canais de marketing e de cada ponto de contato com o cliente durante o processo de conversão, a fim de otimizar seus investimentos. Com os modelos de atribuição, é possível escolher o valor do crédito que cada clique recebe pelas conversões, proporcionando uma melhor compreensão do desempenho dos anúncios. Análise de dados avançada por meio do IoT: a Internet das Coisas vem auxiliando o varejo a melhorar a eficácia dos processos, rastreando itens ao longo de toda a cadeia de suprimentos, gerenciando inventários e utilizando o marketing de proximidade, a partir de tecnologias de aproximação por beacons (rastreadores de movimento através de dispositivos móveis na loja física, por exemplo, que coletam informações sobre os padrões de movimentação do cliente e fornecem informações preditivas sobre produtos e promoções), dispositivos Wi-Fi e etiquetas RFID (identificação por radiofrequência é um método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente). Preço dinâmico para aumentar as vendas: o Big Data Analytics permite a criação de modelos dinâmicos de precificação, aumentando ou diminuindo os preços de produtos com base em situações de mercado e nas mudanças de preço em tempo real de seus concorrentes. Gerenciamento da variedade de dados para melhor experiência do cliente: além das transações históricas, o Big Data permite que os varejistas agora tenham disponíveis uma possibilidade de dados relacionados a fatores externos, como clima, eventos locais e demografia, e a análise preditiva de acessos para melhorar as operações e a experiência do cliente, a fim de retê-lo.   O Analytics possibilita uma maior assertividade nas ofertas O Analytics também possibilita a oferta do melhor produto para cada cliente.  A gestão do Big Data no formato de uma curadoria digital já disponibiliza diversas análises para conseguir alinhar o produto às necessidades de cada cliente. Uma parte importante da revolução digital no varejo provavelmente será um refinamento dramático das tecnologias que adaptam as recomendações e, em seguida, mapeiam a Internet em busca do melhor negócio para o consumidor. Um dos formatos da curadoria digital são os Market Mappers (mapeadores de mercado), que têm como objetivo analisar os dados e encontrar combinações ideais de produtos com o menor preço. O Google Shopping, por exemplo, é um dos mais conhecidos mapeadores de mercado. O algoritmo de inteligência artificial do Google pesquisa o melhor produto através do design, da cor e do tamanho, e o Google Shopping envia o cliente para a loja online apropriada, comparando os preços de diferentes fornecedores. Futuramente, esses mecanismos levarão em conta não apenas o preço dos produtos, mas também a entrega e outros custos para sugerir as melhores ofertas. Um passo além do mapeamento de mercado é adequar as ofertas para cada tipo de comprador, por meio dos Digital Personal Shoppers (compradores pessoais digitais). Atualmente, já existem alguns serviços de gerenciamento de guarda-roupas que fazem isso, por exemplo, através do uso conjunto da inteligência artificial e interação humana. A Thread, um serviço de compra de roupas masculinas, por exemplo, cria diferentes modelos de estilo com roupas de diversas marcas. Os clientes indicam quais modelos eles gostam e fornecem informações sobre si mesmos e suas preferências. A partir disso, um estilista humano usa os dados coletados para projetar

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