Categoria: Digital & Technology

Agilidade no centro da Transformação Digital

Nos últimos 19 anos, a capacidade adaptativa proporcionada pela agilidade rompeu a esfera de desenvolvimento de softwares e tem sido amplamente estimulada para ambientes de negócio. No contexto da transformação digital, a agilidade se apresenta como um viabilizador para uma transformação organizacional, que consiste em trabalhar na cultura, nos valores da companhia, na mentalidade das pessoas e no estilo de gestão e liderança.

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Jornada de Transformação Digital

A Transformação Digital trazida pela democratização dos dados e da tecnologia tem gerado impacto profundo nos negócios. No livro Digital Vortex, Jeff Loucks menciona que os setores sentem o efeito da disrupção digital em diferentes intensidades . Contudo, esse efeito acontece de forma mais acelerada com aqueles que têm um contato direto com os consumidores, como é o caso do varejo e do setor bancário. Outros, por sua vez, são menos susceptíveis à disrupção, como Óleo e Gás.

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Data Strategy: Transformação orientada a dados utilizando a metodologia DUDE

Com o atual ambiente de negócios global em constante mudança, a pressão sobre as organizações para tomarem decisões precisas e corretas nunca foi tão grande. A capacidade de identificar desafios e oportunidades e de adaptar rapidamente os negócios se tornou não só uma vantagem competitiva, como também um requisito para a sobrevivência. Essa é a razão pela qual transformar as organizações em “Data Driven Company” ou ainda “Cognitive Company” alcançou o topo das agendas corporativas. Diante da pressão do mercado, atrelado a inúmeras soluções de tecnologia, de captura, armazenamento e processamento dos dados as empresas e industrias se encontram em diferentes níveis de maturidade na utilização efetiva dos dados. Diante desse cenário, a Bip, através do seu centro de Excelência XTech tem utilizado em seus clientes uma abordagem pragmática focada em levar a empresa ou uma área se tornar orientada a dados. A metodologia é conhecida como DUDE (Data-driven transformation, Understand, Design, Execute), conforme detalhes abaixo:   Construindo uma estratégia de dados com a metodologia DUDE Empregar uma transformação em toda a empresa com a ambição de reformular de uma só vez a estratégia, organização, análise e tecnologia pode ser um enorme desafio. Portanto, o fator determinante para uma transformação orientada a dados bem-sucedida é a abordagem de planejamento e execução. A partir da experiência e maturidade adquirida em projetos de transformação em vários setores, a Bip desenvolveu a metodologia DUDE para apoiar as organizações ao longo da jornada de transformação orientada a dados. Essa é uma abordagem incremental para uma transformação orientada a dados, em que os Casos de Uso são colocados em uma linha com base em uma análise profunda de seu ROI, dados e tecnologia necessários. Ela está estruturada em três fases: Compreender: avaliar o estado atual e definir a visão da estratégia de dados Antes de tentar definir a visão e o estado de destino na transformação orientada a dados, uma organização precisa ter um entendimento claro de seu nível de adequação orientado a dados. Em outras palavras, ela precisa saber onde está em termos de recursos orientados a dados em Estratégia, Organização, Análise e Tecnologia. Essa fase de compreensão, permitirá que empresa tenha uma visão clara de potenciais e lacunas críticas para alcançar a visão e os objetivos de dados desejados. Design: identifique oportunidades e projete o caminho para a implementação A fase Design é o momento de identificação de oportunidades de negócios que podem agregar valor à empresa, comprovando o valor do uso dos dados. Existem vários casos de uso em potencial para melhorar as operações, reduzir custos, fornecer mais informações para a tomada de decisões, transformar a experiência do cliente, reduzir o tempo de resposta, entre outros. A abordagem do Bip consiste em três subfases: preparação, ideação, avaliação. Executar: desenvolver casos de uso, comprovar o valor dos dados, melhorar continuamente Na Bip, vemos a fase de execução como uma melhoria contínua que dura o tempo necessário para desenvolver uma cultura baseada em dados e a capacidade de conduzir autonomamente as rotinas de implementação e monitoramento. Para ter sucesso na fase de execução, as empresas devem cuidar de quatro pilares: Governança de Dados, Execução de Casos de Uso, Arquitetura e Ferramentas BDAA e Implementação de Modelo Operacional.   Como a Bip tem ajudado seus clientes a enfrentarem estes desafios Os benefícios potenciais de uma transformação de negócios orientada a dados têm chamado a atenção de empresas de diversos setores. Mas, como em qualquer outra grande mudança, os desafios podem ser substanciais e exigir experiência prática, liderança e comprometimento. Sendo assim, orientar-se a dados é uma jornada que deve ser cuidadosamente entendida, projetada e executada. Nós, da Bip, contamos com especialistas que criam soluções de análise de última geração, configuram organizações orientadas a dados e aprimoram os recursos de gerenciamento de dados. Utilizamos tecnologias exponenciais para fornecer soluções digitais de ponta a ponta, suportando a transformação orientada a dados e aumentando a capacidade de resposta à evolução dos negócios. Fale com um de nossos consultores! Para acessar o artigo original, clique em: https://www.bipconsulting.com/insights/data-strategy-a-data-driven-transformation

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Bip marca presença no Web Summit 2019

No Web Summit 2019, que aconteceu em Lisboa, a Bip esteve presente com uma delegação de executivos de diversas geografias, indústrias e ofertas com dois objetivos principais: i) identificar soluções inovadoras para complementar o portfólio de serviços e soluções da consultoria, e ii) buscar empresas e soluções complementares ao portfólio da BIP e se constituam em oportunidades para uma fusão e aquisição. Ao logo de quatro dias de palestras, workshops e conferências, um rico ecossistema empreendedor formado por startups, especialistas, formadores de opinião, governos e executivos das principais organizações do mundo debateram sobre projetos, novidades e tendências para os próximos anos em temas relacionados à tecnologia, inovação e empreendedorismo. Participando de discussões e debates a respeito da Revolução Tecnológica que estamos vivenciando, os executivos da Bip, em conjunto com outros CEOs, CMOs, CTOs e CSOs, puderam compartilhar experiências relacionadas à inteligência artificial, robótica, privacidade de dados, conexão 5G, veículos autônomos, experiência do consumidor, tendências de marketing para 2020, comportamentos sustentáveis entre outros.   Tendências e novidades debatidas no Web Summit 2019 Um dos temas bastante abordado foi a privacidade e o controle de dados dos indivíduos. O evento mostrou que estamos passando por um momento de dualidade: uma sociedade que sofre uma crise de confiança com medo do uso indevido da coleta e do uso dos seus dados e, ao mesmo tempo, que espera pela personalização individual dos serviços que recebem de marcas e empresas. O primeiro a debater esse assunto tão importante nos dias atuais foi o polêmico Edward Snowden, ex-analista da CIA. Snowden falou sobre um dos principais desafios existentes na transformação digital: a coleta e o armazenamento das informações de terceiros. Ele questionou o uso abusivo das tecnologias, que não têm sido mais utilizadas apenas como prestação de serviços pelos governos e pelas empresas, mas para o benefício próprio. Segundo ele, “a população não tem consciência de quanta informação está deixando quando utiliza a internet”. Na videoconferência, ainda reforçou que “nós somos a única coisa que pode nos proteger e a única maneira de proteger alguém é proteger todos”. Essa preocupação em relação à forma como as redes sociais e as organizações têm utilizado nossos dados esteve bastante presente também em outros discursos de palestrantes. Brittany Kaiser, co-fundador da Own Your Data Foundation, e David Chaum, fundador e CEO da Elixxir, analisaram o tema. De acordo com os palestrantes, para o futuro, devemos trabalhar na divulgação dos direitos dos cidadãos e desenvolver ferramentas que possam proteger os dados de todos. Brittany afirmou que muitas empresas ainda usam esses dados sem pedir permissão. Segundo ela, algumas soluções possíveis para resolver essa questão seriam: se manter constantemente informado, regulamentar uma legislação mais eficiente e utilizar a tecnologia a favor da proteção dos dados pessoais. A GDPR, por exemplo, visa regulamentar a privacidade de dados. Ela já é um caminho para que a mudança aconteça, apesar de ainda ser uma lei muito abstrata, como afirmou Edward Snowden em seu discurso. Oferecer experiências personalizadas aos clientes através dos dados Os dados são excelentes aliados das empresas na função de reter clientes. De acordo com o CMO do Burger King, Fernando Machado, os dados funcionam como uma maneira de alcançar o consumidor de forma otimizada e personalizada. As discussões sobre a interação entre empresas e clientes foram outro grande destaque do Web Summit deste ano. Atualmente, é de extrema importância que as organizações estabeleçam uma conexão direta com seus consumidores. Direcionada a esse tema, Alicia Tillman, CMO da SAP, explicou que as organizações precisam ter a iniciativa de construir um negócio orientado ao feeling do seu público-alvo. Para Tillman, o principal é ter propósito e ir além dos produtos e serviços que oferecem. Nessa mesma direção, Katia Bassi, Diretora de Marketing e Comunicação da Lamborghini, mostrou como a empresa está oferecendo experiências extremamente personalizadas e impactando os consumidores jovens. Uma das ações mencionadas por ela é a utilização de realidade virtual para ajudar no processo de customização de carros. Segundo Katia, “clientes adoram a ideia de ter um relacionamento pessoal com a marca”. E a tecnologia surge para auxiliar que a relação entre pessoas e empresas seja ainda mais humanizada. Isso foi o que Kristin Lemkau, CMO do JPMorgan Chase ressaltou em sua palestra. Ela defendeu que as organizações devem usar tecnologias como Machine Learning para personalizar e aproximar sua relação com seus usuários. Nunca se esquecendo de estar atentas à GPDR e de serem transparentes quanto ao uso dos dados dos clientes. Inteligência Artificial, Machine Learning e conexão 5G estão em alta O mundo está mudando rápido e cada vez mais se discute o papel das empresas na sociedade. As empresas, sejam elas grandes corporações ou startups, precisam assumir novos papéis para construir uma sociedade mais justa economicamente, mais diversa e mais engajada com a melhoria do mundo. Um dos temas explorados no Web Summit foi como as tecnologias – como IA, Machine Learning ou conexão 5G – podem resolver problemas atuais e futuros e como podem contribuir de forma positiva para a sociedade. Um dos aspectos relacionados à tecnologia foi exposto por Tony Blair. O ex-primeiro ministro da Grã-Bretanha falou sobre a relação entre tecnologia e globalização, ressaltando a importância de políticas públicas para expandir os benefícios da tecnologia na vida das pessoas. Outro exemplo de como a tecnologia está sendo aplicada para a melhoria da vida das pessoas é o caso da interação entre robôs e humanos daqui para frente. A Boston Dynamics, por exemplo, têm desenvolvido robôs com sensores. Segundo Marc Raibert, CEO e fundador da companhia, a empresa usa como base o conceito de inteligência artificial “atlética”. Segundo ele, é um tipo de IA que permite que o robô fique de pé, ande, analise o ambiente, faça manobras e reaja quando se sentir ameaçado. Além disso, os robôs conseguem acessar instalações com níveis difíceis de acesso ou operações autônomas de logística. E, aliando a Inteligência Artificial ao Big Data, a implantação de serviços com tecnologia 5G está crescendo mais rápido que o esperado, segundo o CEO da Huawei, Guo Ping. De acordo com ele, a tecnologia 5G vai contribuir com diversos setores,

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